Desenvolvimento intelectual – expectativas pelas faixas etárias

setembro 5, 2007

Conhecer as fases do desenvolvimento intelectual é importante para poder situar e ensinar da melhor forma aqueles com quem você está mediando(acho mais pertinente)/transmitindo(não gosto desse termo) o conhecimento. O paradigma do professor atual não é mais o de transmissor e sim de mediador, aquele que apresenta e interage com o aluno em determinados temas.

De 0 a 2 anos

• Desenvolvimento Cognitivo

Para que a criança desenvolva a inteligência é necessário que haja estímulos para assimilar e acomodar aquilo que aprendeu.

Desenvolvimento Afetivo e Social

No início da vida a criança possui um vínculo muito grande com a mãe e é como se um fosse a extensão do outro. Entretanto, segundo a professora Puça, a mãe ou a pessoa que cuida do bebê aos poucous têm de ir cortando esta relação de dependência, conforme o crescimento, para que não cresça e vire um adulto “bebezão”.O Brincar é uma das grandes formas do estímulo durante o crescimento.

Desenvolvimento da Línguagem

O adulto é um reflexo do que foi na infância, por isso é necessário cortar certas manha e birras, e como já foi exposto em outra aula a maneira de falar deve ser transmitida pelo adulto para a criança da mesma forma como é utilizada, nada de mamã, gagau…

Nesta fase a criança já está no Período pré-operatório por isso, o ideal é trabalhar as formas corretas de pronunciar as palavras.

A criança começa a perceber que não é uma extensão do outro.

Na escola nos primeiros dias irá chorar, mas deve ser estimulado a ficar, pois logo irá conquistar a independência.

É hora da internalização das normas. Na escola durante as brincadeiras mais brigam do que brincam e os professores devem saber mediar essas situações de conflitos que se tornarão situações de aprendizagem das normas e regras do bem viver em sociedade.

De 3 a 5 anos

Período de desenvolvimento da linguagem, da leitura e escrita, bem como o afetivo e social, a escola é onde acontece a socialização da criança e nesta fase as influências dos professores e dos amigos estão muito fortes. As amizades e interesses vão mudando muito  rápido. Os  de jogos de equipe e com regras já fazem parte desta fase.

  • Desenvolvimento da linguagem, da leitura e escrita;

  • Desenvolvimento afetivo e social;

  • Período de socialização na escola;

  • Sofre influências dos professores e dos amigos;

  • As amizades e interesses são transitórios;

  • Assimilam melhor os jogos de equipe e com regras.

  • DE 5 A 12 ANOS

    – Sai os primeiros de dentes permanentes;

    – Passa a ter consciência das mãos, ou seja, controle motor. Atividades lúdicas que movimentem o corpo são aconselháveis.

    – + ou – aos 12, início da puberdade. Fase da ebulição hormonal, instabilidade. Esta fase aparece mais cedo nas meninas graças aos seios, cheiros, mudança no corpo que causam sofrimento.

    – Algumas meninas ficam recatadas, já outras querem mostrar as mudanças.

    DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM

    – Devem-se explorar bastante os trabalhos de produção de texto, escrever sobre as vivências.

    – Início da leitura e da escrita;

    DESENVOLVIMENTO COGNITIVO

    – Explorar o raciocínio através de situações palpáveis;

    Segundo Piaget – o ponto para a aprendizagem é o desequilíbrio. Isto é: O confronto com a realidade pode levar ao desequilíbrio, ao conflito. Segundo Piaget, o desequilíbrio surge na fase entre a assimilação e acomodação. O conhecimento é apreendido no momento da reequilibração, ou seja, da superação dos desequilíbrios.  Tanto os conflitos quanto os desequilíbrios que nos têm ocupado provêm essencialmente da conceituação das ações, portanto, da compreensão das situações.

    DESENVOLVIMENTO COGNITIVO

    – Minutos de descontração devem ser combinados;

    –Influências sociais: o professor é ídolo, mas o referencial pode ser positivo ou negativo (dependendo da sua conduta);

    – A instabilidade emocional faz com que interesses se modifiquem muito rapidamente, por isso pode atrair a raiva de outros colegas.

    O Brincar

    – Trabalhar as regras, estas devem ser cumpridas.

    Adolescência que vai entre os 12 a 18 anos.

    Mudanças físicas, sociais e intelectuais, – Crescimento acelerado.– Apego a pessoas do mesmo sexo– Desenvolvimento atlético e escolarNessa fase que os pais ou responsáveis devem estar muito atentos aos seus filhos, pois é podem estão abertos as novas descobertas e giram em torno deles a influência dos amigos, correndo o perigo de adquirirem vícios como tabagismo, drogas, alcoolismo e doenças como anorexia, obesidade.

  • Mudanças físicas, sociais e intelectuais;

  • Crescimento acelerado;

  • Apego a pessoas do mesmo sexo;

  • Desenvolvimento atlético e escolar;

  • Requerem maior atenção dos pais ou responsáveis por estarem abertos as novas experiências;

  • Sofrem muitas influências dos amigos;

  • Idade propensa para adquirirem vícios, tais como tabagismo, drogas, alcoolismo e doenças como anorexia, obesidade.

  • Contatos com Mediação – SESC Pinheiros

    setembro 5, 2007

    Contatos com Mediação – SESC Pinheiros

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    [5]Maio
    10h • Recepção e credenciamento – Auditório, 3º andar
    10h30 • Conversações 1
    Entre a proximidade e o estranhamento: a mediação e o público
    À medida que avançam as reflexões sobre a compreensão de como o público se apropria de uma exposição, um filme, um espetáculo cênico ou musical, a relação mediação-público vai se tornando mais complexa. Esta mesa pretende problematizar como se dá a linguagem da mediação, discutindo o conjunto de aspectos que são considerados relevantes a partir de experiências com projetos que envolvem público com características específicas e diferentes contextos.

    Foco • [o fruidor] (o visitante de uma exposição ou da cidade, o estudante na escola ou fora dela)
    Problematizador • [Celso Favaretto] (FE/USP)
    Convidados • [Gabriela Aidar] projeto de inclusão sócio-cultural (Pinacoteca) • [Patrícia Durães] Clube do Professor (Unibanco) • [Amanda Tojal] projeto com públicos especiais (Pinacoteca)

    14h às 16h30 • Sala de Oficinas, 2º andar e Sala de Atividades, 3º andar
    Oficinas experienciais e reflexivas
    Instalações Multimidia Interativas – SCIArts – Equipe Interdisciplinar – [Gilson da Silva Domingues, Julia Blumenschein, Fernando Fogliano, Milton Sogabe, Renato Hildebrand, Rosangella Leote] • A visão pelos outros sentidos – [Alfonso Ballestero] (USP) • Contação de histórias e mediação de imagens [Solange Utuari e Cinthya Bayma] (Unicsul)

    [12]Maio
    10h • Recepção e credenciamento – Auditório 3º andar
    10h30 • Conversações 2
    Entre o encontro e a provocação: a ação mediadora
    Como impulsionar o encontro com a arte convocando o outro para olhar, escutar, sentir, pensar e experienciar num tempo mais devagar? Como dar contornos e trânsito nesse encontro no percurso da ação mediadora? A abordagem de diferentes modos de mover provocações estéticas no fazer da ação mediadora será problematizada nesta mesa.

    Foco [a ação mediadora]
    Problematizador [Virgínia Kastrup] (Uerj)
    Convidados • [Denise Grinspum] projeto centro-periferia – 27ª Bienal/SP (Museu Lasar Segal) • [Marika Gidali] projeto Joaninha e Professor-Criativo (Ballet Stagium) • [Rejane Coutinho] ação mediadora em espaços culturais (IA/Unesp)

    14h às 16h30 • Sala de Oficinas, 2º andar e Sala de Atividades, 3º andar
    Oficinas experienciais e reflexivas
    Aproximações com a dança – Território contemporâneo em jogo – [Daniela Libâneo] (Famec) – Pio Santana (IA/Unesp) • As ressonâncias dos materiais didáticos na sala de aula – [Maria de Lourdes Souza Fabro] (IA/Unesp)

    [19]Maio
    10h – Recepção e credenciamento – Auditório 3º andar
    10h30 – Conversações 3
    Entre a potência da arte e sua ativação cultural: a curadoria educativa
    Como são gerados projetos de mediação? Para onde olha esse trabalho? O que ele olha? Como olhar para o assunto que se quer desenvolver na mediação? De onde olhá-lo? Tendo isso em vista, esta mesa irá discutir o lugar da curadoria educativa nos processos de mediação e o que está em jogo na sua prática, tanto em contextos artísticos como educacionais.

    Foco: [a curadoria educativa] (a escolha)
    Problematizador: [Agnaldo Farias] (FAU/USP)
    Convidados: [Luiz Guilherme Vergara] – curadoria educativa (MAC/Niterói) • [Flávio Desgranges] – a pedagogia do espectador (ECA/USP) • [Marcos Scarassatti] – música contemporânea e público (Unicamp)

    14h às 16h30 • Sala de Oficinas, 2º andar e Sala de Atividades, 3º andar
    Oficinas experienciais e reflexivas
    Escuta sensível – [Jéssica Makano (IA/Unesp)] • O corpo expressivo e a cidade [Rita de Cássia Demarchi (Famec e Fpa) e Olga Egas (Unicsul)] • A fotografia na escola – [Ana Maria Schultze (GP) e Maristela Sanches (IA/Unesp)]

    [26]Maio
    10h • Recepção e credenciamento – Auditório 3º andar
    10h30 • Conversações 4
    Entre formas e forças: práticas de formação cultural
    Formação cultural, para além da idéia genérica de acesso e democratização dos bens culturais, engloba desde o estudo e a pesquisa permanente daqueles que atuam no território da mediação até práticas de ação cultural permanentes que ofereçam o encontro com a arte, tanto para crianças, jovens, professores como para donas de casa, trabalhadores, idosos, entre outros. Nesta mesa, pretende-se discutir práticas de formação cultural que apontam alternativas de política cultural e educacional.

    Foco: [políticas de formação cultural]
    Problematizadora: [Mirian Celeste Martins] (IA/Unesp e Rizoma Cultural)
    Convidados: [Maria Lucia Montes] (FFLCH/USP) • [Alexandre Matte]
    (IA/UNESP) • [Edmir Perroti] (ECA/USP)

    14h às 16h30 • Sala de Oficinas, 2º andar e Sala de Atividades, 3º andar
    Oficinas experienciais e reflexivas
    Entre a proximidade e o estranhamento, o encontro e a provocação, a potencia da arte e a ativação cultural, formas e forças: voz do vivido, a voz dos presentes e o desejo de futuro – [Grupo de Pesquisa Mediação: arte/cultura/público]
    Coordenação: [Mirian Celeste Martins]

    Como aprendemos? A pirâmide da aprendizagem está certa ou errada?

    setembro 5, 2007

    A “Pirâmide da Aprendizagem”

    Quando você assiste a uma aula expositiva de 50 minutos (onde o professor fala e você fica ouvindo), você só vai se lembrar do que ele disse durante uns 2.5 minutos (5%). O resto você esquece completamente. Esse é o resultado da famosa pesquisa atribuida ao National Training Laboratories www.ntl.org, como mostrado nesta pirâmide. Em principio, isto não deveria ser novidade, pois Confúcio já havia dito, há 2500 anos: “O que eu ouço, esqueço. O que vejo, eu me lembro. O que faço, compreendo”. No entanto, o que tem intrigado são essas percentagens: de onde vieram ?  Uma empresa, Work-Learning Research, chegou à conclusão de que essas percentagens são uma fraude, como mostrado aqui.

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    Aprenda cedo ou tarde: ONZE(11) COISAS QUE NÃO SE APRENDEM NA ESCOLA –

    setembro 5, 2007

    ONZE(11)  COISAS  QUE  NÃO  SE  APRENDEM  NA  ESCOLA

    Em palestra numa escola, em 2005, um professor renomado disse que o ensino agradável e politicamente correto existente nas escolas está criando uma geração desconectada do mundo real e candidata ao fracasso. Enunciou então as onze coisas que não se aprendem na escola.

    1. A vida não é fácil: acostume-se com isso.

    2. O mundo real não está preocupado com sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa ANTES de você se sentir bem consigo mesmo.

    3. Você não vai receber 60.000 dólares por ano ao sair da escola. Você não será um vice-presidente com direito a um carro com telefone, enquanto você não conseguir essas coisas por si mesmo.

    4. Se você acha que seu professor é severo ou agressivo, espere até ter um chefe.

    5. Empregos simples e humildes não ferem sua dignidade. Seus avós tinham um nome diferente para isso: chamavam de Oportunidade.

    6. Se você se meter em uma trapalhada, não culpe os seus pais, nem fique se lamentado. Aprenda com isso.

    7. Antes de você nascer, seus pais não eram tão chatos como são hoje. Eles ficaram assim ao pagar as suas contas, lavar suas roupas e por ficar ouvindo você dizer como você se acha uma pessoa séria. Assim, antes de salvar as florestas tropicais dos parasitas da geração dos seus pais, trate de lavar o seu próprio banheiro.

    8. Sua escola pode ter acabado com ganhadores e perdedores, mas a vida NÃO. Em algumas escolas, aboliram as reprovações e dão todas as chances para se acertar uma resposta. Isto não se parece com NADA do mundo real.

    9. A vida não se divide em semestres. Nela não há férias de verão e pouquissimos empregados estão interessados em ajudar você a se encontrar. Faça isso se sobrar tempo.

    10. A televisão NÃO é o mundo real. No mundo real, as pessoas têm que deixar a lanchonete e ir trabalhar.

    11. Seja paciente com os chatos e impopulares. Há chances de que você tenha que trabalhar para eles.

    O TEXTO ORIGINAL

    A famous teacher recently gave a speech at a High School about 11 things they did not and will not learn in school. He talks about how feel-good, politically correct teachings created a generation of kids with no concept of reality and how this concept set them up for failure in the real world.

    Rule 1: Life is not fair – get used to it!

    Rule 2: The world won’t care about your self-esteem. The world will expect you to accomplish something BEFORE you feel good about yourself.

    Rule 3: You will NOT make $60,000 a year right out of high school. You won’t be a vice-president with a car phone until you earn both.

    Rule 4: If you think your teacher is tough, wait till you get a boss.

    Rule 5: Flipping burgers is not beneath your dignity. Your Grandparents had a different word for burger flipping: they called it opportunity.

    Rule 6: If you mess up, it’s not your parents’ fault, so don’t whine about your mistakes, learn from them.

    Rule 7: Before you were born, your parents weren’t as boring as they are now. They got that way from paying your bills, cleaning your clothes and listening to you talk about how cool you thought you were. So before you save the rain forest from the parasites of your parent’s generation, try delousing the closet in your own room.

    Rule 8: Your school may have done away with winners and losers, but life HAS NOT. In some schools, they have abolished failing grades and they’ll give you as MANY TIMES as you want to get the right answer. This doesn’t bear the slightest resemblance to ANYTHING in real life.

    Rule 9: Life is not divided into semesters. You don’t get summers off and very few employers are interested in helping you FIND YOURSELF. Do that on your own time.

    Rule 10: Television is NOT real life. In real life people actually have to leave the coffee shop and go to jobs.

    Rule 11: Be nice to nerds. Chances are you’ll end up working for one.

    Início – papel do pesquisador

    setembro 5, 2007
    • Identificar e integrar conhecimentos relevantes para o desenvolvimento do tema
    • Produzir conhecimento e experiências empíricas na área
    • Difundir no meio acadêmico e empresarial conhecimentos e experiências sobre o tema
    • Estimular o desenvolvimento de novos projetos de pesquisa e experiências na área
    • Estimular a produção de publicações e documentos que incentivam a sistematização do conhecimento na área

    Olá mundo!

    setembro 5, 2007

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